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Metadados
Descrição
Linha do tempo
1500
Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil, no dia 22 de abril, desembarcando no local que foi batizado de Porto Seguro.
1501
Descoberta do rio São Francisco pelo navegador italiano Américo Vespúcio.
1534
Implantação do sistema de capitanias hereditárias.
Doação da Capitania da Bahia de Todos os Santos por D. João III a Francisco Pereira Coutinho.
1575
Tentativa de Luiz de Brito, Governador Geral da Região do Brasil, de conquistar o território entre os rios Real e São Francisco.
Destruição das aldeias dos caciques Serigi, Surubi e Aperipê.
1590
Em 1º de janeiro, fundação da cidade de São Cristovão de Sergipe del-Rey, por Cristóvão de Barros.
1594
Colonização de Sergipe, com a intensificação do processo de distribuição das sesmarias.
1607
Transferência da cidade de São Cristovão da foz do rio Sergipe para o local atual, próximo ao rio Vaza-Barris.
1619
Expedição de Belchior Dias Moreira na Serra de Itabaiana, em busca das lendárias minas de prata.
1637
Invasão da Capitania de Sergipe pelos holandeses.
1645
Fim do domínio holandês em Sergipe. Dois anos depois o rio São Francisco tem destino idêntico.
1660
Combate aos mocambos (redutos de negros fugidos) das matas de Itabaiana, em zonas do rio Real e do baixo São Francisco.
1696
Autonomia judiciária da Capitania de Sergipe com a criação da Ouvidoria.
1710
Protestos dos povos de Vila-Nova (hoje Neopólis) e de outras vilas que, revoltados com a sobrecarga de impostos onerosos, marcharam até a cidade de São Cristóvão.
1720-1729
Anos de tumulto na vida político-administrativa da Capitania de Sergipe: problemas de limites com a Bahia e desavenças entre ouvidores e capitães-mores.
1758
Elevação da aldeia de Geru à categoria de Vila, com o nome de Vila de Thomar ou Nova Geru.
1759
Expulsão da Companhia de Jesus pelo governo de Portugal. No Brasil, as consequências imediatas dessa medida incluíram o fechamento de colégios e conventos e a prisão e deportação dos jesuítas.
1808
Memória da Capitania de Sergipe. O vigário, e depois bispo, D. Marcos Antônio de Souza, escreveu esse relato fundamental para o conhecimento da realidade sergipana do início do século XIX.
1815
Estabelecido, em 15 de janeiro, o primeiro correio terrestre entre Sergipe e a Bahia.
1820
Emancipação política de Sergipe pela Carta Régia assinada por D. João VI, em 8 de julho.
1821
Posse do brigadeiro César Burlamarqui como primeiro presidente da província de Sergipe.
1828
Das disputas entre criadores e plantadores resultou a Lei Imperial de 1º de outubro, que proibia a criação do gado solto nas matas de plantação da província.
1832
Publicação, em Estância, do primeiro jornal do estado: O Recopilador Sergipano. Marco da instalação da imprensa em Sergipe.
1835
Instalação da Assembleia Provincial (Poder Legislativo)
1836
Deflagração da Revolta de Santo Amaro, na vila que leva o mesmo nome.
1847
Criação do Liceu Sergipense. Funcionou em São Cristóvão até 1855.
1848
Criação da Biblioteca Pública.
Criação, na cidade de Laranjeiras, do Colégio Santana pela professora Possidônia Maria de Santa Cruz Bragança. Essa escola particular para a educação feminina foi visitada por D. Pedro II, em janeiro de 1860.
1855
Transferência da capital da província de São Cristóvão para o povoado de Santo Antônio do Aracaju, que foi elevado à categoria de cidade, pela Resolução nº 413, de 17 de março, assinada pelo então presidente da província Inácio Joaquim Barbosa.
1860
Visitas do imperador D. Pedro II e sua esposa D. Maria Teresa Cristina a Sergipe. Locais visitados: Aracaju, Laranjeiras, Maruim, Barra dos Coqueiros, São Cristóvão, Itaporanga, Engenho Escurial, Estância, Canal de Pomonga, Propriá, Gararu e Neópolis.
Construção do atracadouro, hoje conhecido como Ponte do Imperador.
1870
Retorno dos militares combatentes da Guerra do Paraguai, dentre eles: coronel Oliveira Valadão, o Visconde de Maracaju, o major Gonçalo Paes de Azevedo e o soldado Francisco Camerino.
Fundação do Colégio Ateneu Sergipense.
1874
Fundação da Escola Normal.
1877
Criação do gabinete de leitura de Maroim.
Criação da Lira Carlos Gomes em Estância.
1881
Nascimento de Arthur Fortes, “poeta da rosa vermelha”, professor catedrático de história do Atheneu.
1882
Fundação da Sociedade Libertadora Cabana do Pai Thomaz pelo abolicionista Francisco José Alves.
Fundação da Fábrica de Tecidos Sergipe Industrial, de Cruz e Irmãos, que começou a operar em Aracaju, em 1884.
1888
Eclosão em Sergipe do movimento republicano, cujas ideias foram divulgadas pelos jornais O Laranjeirense e o Republicano, editados em Laranjeiras.
1889
Proclamação da República, em 15 de novembro. Em Sergipe, o historiador Felisbelo Freire tornou-se, por nomeação de Deodoro da Fonseca, o primeiro presidente do Estado de Sergipe.
Na cidade de Tomar do Geru, nasce Pedro Barros, fundador da Colonia Z-1 de pescadores do Estado e um dos maiores pirotécnicos de Sergipe.
1890
Falecimento de João Bebe Água (João Nepomuceno Borges), um homem do povo que se tornou o símbolo de todos os protestos dos são-cristovenses em razão da mudança da capital para Aracaju.
1891
Publicação do primeiro livro da história de Sergipe, do autor Felisbelo Freire.
1892
Promulgação, em 18 de maio, da primeira Constituição de Sergipe.
Criação, em 5 de julho, pelo professor Brício Cardoso, do selo de Sergipe.
1897
Fim do movimento liderado por Antônio Conselheiro. Na Guerra de Canudos, que viu a participação de cerca de 400 soldados do 26º Batalhão de Infantaria e 100 da Polícia Estadual, destacaram-se o tenente-coronel Siqueira de Meneses, os capitães Pereira Lobo e Salomão da Rocha.
1904
Fundação do Teatro Carlos Gomes, pelo comerciante italiano Nicolau Pungitori, depois transformado em Cine Teatro Rio Branco.
1906
Revolta de Fausto Cardoso. Movimento liberal progressista liderado pelo deputado federal Fausto Cardoso, em oposição aos conservadores ligados ao monsenhor Olímpio Campos. O episódio culminou com o assassinato do deputado em 28 de agosto.
1907
Fundação em Aracaju da Fábrica de tecidos Confiança, com a denominação de Ribeiro Chaves e Cia.
1908
Entrada em circulação, pelas ruas de Aracaju, do bonde de tração animal.
1909
Fundação do Club Esportivo Sergipe e do Cotinguiba Esporte Clube. Inauguração do Cinema Mudo.
1910
Criação da diocese de Aracaju. Dom José Tomaz Gomes da Silva foi o primeiro bispo.
1912
Fundação do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe.
1920
Comemoração do centenário da emancipação política de Sergipe.
Publicação do Álbum de Sergipe, de Clodomir Silva
Oficialização, pelo presidente Pereira Lobo, da Bandeira de Sergipe, idealizada por Bastos Coelho (19 de outubro).
1923
Criação do Arquivo Público do Estado de Sergipe. Em 1975 foi instalado, no Palácio Carvalho Neto, sua sede atual.
1924
Em 13 de julho ocorreu o levante tenentista liderado pelos oficiais Augusto Maynard, João Soarino e Eurípedes Lima.
1925
Publicação do Dicionário Biobliográfico Sergipano, de Armindo Guaraná.
1926
Inauguração do prédio do Colégio Atheneu Pedro II, em 13 de agosto, na avenida Ivo do Prado, pelo presidente Graccho Cardoso.
1929
Criação da Academia Sergipana de Letras.
1936
Fundação da Associação Desportista Confiança – “Dragão”, do Bairro Industrial. Torcedora símbolo do Confiança: D. Finha.
1938
O cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, foi morto na Grota de Angicos, nos arredores de Poço Redondo, juntamente com sua mulher Maria Bonita e parte do seu bando.
1939
Fundação da Rádio Difusora AM, pelo então interventor Eronides de Carvalho. Atualmente denomina-se Rádio Aperipê.
1942
Torpedeamento dos navios brasileiros Baependi, Araraquara e Aníbal Benévolo pelos alemães na costa sergipana (16 de agosto).
1948
Criação das primeiras escolas de nível superior: Faculdades de Economia (1948), Química (1950), Direito e Filosofia (1951), Serviço Social (1954) e Medicina (1961).
1954
Linchamento do líder trabalhista Lídio da Paixão, próximo à estátua de Fausto Cardoso, em ato público ocorrido em 24 de agosto.
Inauguração do Teatro Ateneu no governo de Arnaldo Rollemberg Garcez.
1955
Comemorações do Centenário da Mudança da Capital.
1958
Construção do aeroporto Santa Maria.
1960
Fundação do Museu Histórico de Sergipe.
1961
Fundação do Banco de Fomento do Estado de Sergipe durante o governo de Luiz Garcia. Atualmente denomina-se Banco do Estado de Sergipe – Banese.
1963
Chegada da Petrobras em Sergipe, dando início a um novo ciclo de desenvolvimento no Estado.
1964
Golpe Militar e deposição, pressão e cassação dos direitos políticos do governador Seixas Doria.
1967
Instalação da Universidade Federal de Sergipe.
1968
Exploração de petróleo e gás pela Petrobras.
1969
Inauguração do Estádio Lourival Batista (o Batistão) com jogo entre a seleção sergipana e a seleção brasileira
1972
Criação do Festival de Arte de São Cristovão (FASC) pela Universidade Federal de Sergipe, para celebrar os 150 anos da Independência do Brasil.
1974
Criação do Museu de Arte de São Cristóvão.
1976
Criação do Encontro Cultural de Laranjeiras.
Criação do Museu Afro-Brasileiro de Sergipe, na cidade de Laranjeiras.
1978
Criação do Museu de Arte Sacra de Laranjeiras.
1984
Criação da Orquestra Sinfônica de Sergipe.
1994
Criação da Universidade Tiradentes, originada das Faculdades Integradas Tiradentes, criadas em 1972.
1996
Instalação do Museu do Homem, em Aracaju.
1997
Inauguração do Teatro Escola Lourival Baptista.
1998
Criação do Memorial de Sergipe da Universidade Tiradentes (Unit).
2000
Criação do Museu do Xingó.
2002
Inauguração do Teatro Tobias Barreto, em Aracaju.
2010
Declaração da praça de São Francisco, em São Cristóvão, como Patrimônio Cultural Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – Unesco.
Fundação do Palácio Museu Olímpio Campos, em Aracaju.


