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Descrição
A Caatinga, palavra que na língua indígena significa “mata clara”, é um bioma exclusivamente brasileiro, nordestino em quase sua totalidade. É conhecida também como “floresta espinhenta”, pois suas plantas têm folhas pequenas ou espinhos para se adaptarem ao clima árido: assim reduzem a transpiração e acumulam água nos caules ou por meio de suas raízes tuberosas. A Caatinga passa todos os anos por um período de estiagem que dura por volta de oito meses. Nessa época a vegetação perde suas folhas, reflorescendo muito rápido já com as primeiras chuvas. Em Sergipe, ocupa especialmente a parte oeste do estado.
As árvores mais comuns são as cactáceas. Entre as espécies mais conhecidas estão: bromélia, macambira, sisal, gravatá, aroeira, baraúna, jurema, juazeiro, umbuzeiro, umburana-de-cheiro, faveiro, pereiro-branco, jacaré-caatinga, catingueira, angico, jatobá, pau-ferro, pau d’arco e jacarandá-da-caatinga. A árvore do juazeiro, muito comum na região, é uma das poucas que não perdem as folhas durante a estiagem.
ANIMAIS DA NOSSA FAUNA
CAATINGA
Ararinha-Azul (Cyanopsita spixii)
Uma das mais raras espécies vivas, a ararinha-azul se encontrava principalmente nas matas de caraíbas na margem Sul do rio São Francisco. A espécie corre grande risco de extinção. Em 2010, uma ararinha-azul foi protagonista do filme de animação Rio.
Asa-Branca (Patagioemas picazuro)
A asa branca é um pombo nativo da América do Sul. Vive em campos, cerrados e bordas de florestas; é encontrado também em centros urbanos. Alimenta-se de sementes e grãos.
Veado-Catingueiro (Mazama gouazoupira)
Veado-catingueiro: É uma espécie de veado encontrado do Panamá ao Uruguai; apresenta uma vida solitária e se reúne apenas para acasalar. A perda do habitat e a caça são as principais causas que estariam levando o veado-catingueiro rumo à extinção.
Tatupeba (Euphractus sexcinctus)
Esse animal solitário e onívoro se alimenta de uma vasta gama de plantas e animais, inclusive carcaças. Vive em campos, cerrados e florestas e escava túneis para se esconder.
Rã (Leptodactylus latrans)
A rã é um anfíbio que vive na proximidade de lagos e lugares úmidos. Sua respiração se dá por meio de uma membrana e de pulmões, mas principalmente pela pele. É carnívora e alimenta-se de insetos, vermes e pequenos animais, os quais captura com a língua.
Arara-Azul-de-Lear (Anodorhynchus leari)
Originalmente encontrada nas matas brasileiras, essa arara é hoje uma espécie raríssima, em estado de conservação crítico. Seu nome deriva de Edward Lear, poeta e artista inglês que publicou muitas obras representando araras e papagaios.
Anexos
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Arara-Azul-de-Lear
Arara-Azul-de-Lear (Anodorhynchus leari) Originalmente encontrada nas matas brasileiras, essa arara é hoje uma espécie raríssima, em estado de conservação crítico. Seu nome deriva de Edward Lear, poeta e artista inglês que publicou muitas obras representando araras e papagaios.
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Ararinha-Azul
Ararinha-Azul (Cyanopsita spixii) Uma das mais raras espécies vivas, a ararinha-azul se encontrava principalmente nas matas de caraíbas na margem Sul do rio São Francisco. A espécie corre grande risco de extinção. Em 2010, uma ararinha-azul foi protagonista do filme de animação Rio.
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Asa-branca
Asa-branca (Patagioemas picazuro) A asa branca é um pombo nativo da América do Sul. Vive em campos, cerrados e bordas de florestas; é encontrado também em centros urbanos. Alimenta-se de sementes e grãos.
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Caatinga
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Rã-manteiga
Rã (Leptodactylus latrans) A rã é um anfíbio que vive na proximidade de lagos e lugares úmidos. Sua respiração se dá por meio de uma membrana e de pulmões, mas principalmente pela pele. É carnívora e alimenta-se de insetos, vermes e pequenos animais, os quais captura com a língua.
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Tatupeba
Tatupeba (Euphractus sexcinctus) Esse animal solitário e onívoro se alimenta de uma vasta gama de plantas e animais, inclusive carcaças. Vive em campos, cerrados e florestas e escava túneis para se esconder.
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Veado-Caatingueiro
Veado-Catingueiro (Mazama gouazoupira) Veado-catingueiro: É uma espécie de veado encontrado do Panamá ao Uruguai; apresenta uma vida solitária e se reúne apenas para acasalar. A perda do habitat e a caça são as principais causas que estariam levando o veado-catingueiro rumo à extinção.

