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Descrição
Há milênios, o homem utiliza o couro de animal principalmente para se proteger do clima. Técnicas para tratar a pele foram trazidas à Colônia pelos portugueses, radicando-se principalmente nas regiões de desenvolvimento da pecuária. Em Sergipe, ainda hoje, a comercialização de artigos de couro é ligada à vida sertaneja, sendo comum nos municípios de Canindé do São Francisco, Gararu, Monte Alegre, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora de Lourdes, Poço Redondo, Porto da Folha, Aquidabã, Cumbe, Feira Nova, Graccho Cardoso, Itabi e Nossa Senhora das Dores. São produzidos manualmente chapéus, apetrechos de montaria, gibões, sandálias, além de cintos e carteiras. Famílias inteiras de artesãos vivem exclusivamente dessa técnica, transmitida de geração em geração.
1. Forma de sapato (madeira, couro e ferro);
2. Vazador: instrumento usado para "bordar" o couro;
3. Alpercata Aferrada (Alpercata do cangaço), confeccionada por Mestre Orlando do Couro, natural do município de Poço Redondo;
4. Sovela: instrumento confeccionado pelos artesãos do sertão sergipano para perfurar a sola;
5. Forma de chapéu (madeira);
6. Chapéu de Vaqueiro;
7. Sela (couro e madeira);
8. Suporte de sela (madeira): peça que acomoda a sela quando não está sendo utilizada.
Todos os objetos fizeram parte do projeto “Encourados do Sertão Sergipano”, idealizado por Francisco Moreira da Costa e Sayonara Viana.
Depoimentos orais de António Carlos e Sayonara Viana
Anexos
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Nicho - Couro
"Nicho - Couro Emendada v1" de Nicho - Couro por Mapa da Gente. Lançado: 2011. Gênero: Spoken & Audio.
