Documento
Metadados
Descrição
É uma das mais concorridas manifestações do ciclo junino sergipano, realizada no dia 31 de maio, abrindo as muitas manifestações em louvor a São Pedro, no município de Capela. Um grupo de moradores, acompanhados da Zabumba, realizam a marcação do mastro no Refúgio Silvestre Mata do Junco. Os rituais são realizados desde 1939, quando os quatro irmãos da família Melo, decidiram erguer um mastro em louvor a São Pedro. Para arrecadar o maior número de presentes possíveis, os irmãos convidaram um grupo de amigos e, acompanhados pela banda de música, partiram em busca do mastro. Ao longo das quase oito décadas da festa, outros elementos foram incorporados, como o casamento do matuto e a saída da Nega Baiana que lidera o recolhimento de presentes. Trata-se de um morador, que vestido de baiana, recolhe no comércio local e entre os moradores, os brindes do mastro. Na semana da festa de São Pedro, uma multidão se dirige a Mata do Junco para o corte do mastro, já previamente selecionado, quando é transportado para a cidade por um cortejo que vai, ao longo do caminho, sujando uns aos outros com lama. Fincado na praça São Pedro, ao pé do mastro é acesa uma fogueira, que provoca a sua queda e a disputa pelos presentes.
FONTES CONSULTADAS:
🕮 ALENCAR, Aglaé D’Ávila Fontes. Danças e Folguedos: Iniciação ao folclore Sergipano. Desenhos de Cláudia Endlein, Fotos de Marcel Nauer. Aracaju: Secretaria de estado da Educação do Desporto e Lazer, 1998. 320p.
Projeto Largo da Gente Sergipana: novo cartão postal de Aracaju. Instituto Banese, 2014.
Anexos
-
Adobe Express - Sarandaia

