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Descrição
Originalmente, essa folia do ciclo junino, reunia famílias e amigos no momento em que se dirigiam para pegar o bambu na mata. As altas varas eram então cortadas aos pedaços, exatamente nos gomos, lixados e dedetizados para só depois serem transformados em espadas e busca-pés. Mas era no pisar da pólvora no pilão, quando se preparava o importante componente dos fogos fabricados para os festejos juninos, que os participantes cantavam e dançavam enquanto desenvolviam a tarefa. Atualmente, os grupos se apresentam independentemente do pisa-pólvora, incorporando a presença de mulheres, que dançam e cantam com seus vestidos rodados e floridos, franzidos com rendas e fitilhos. Já os brincantes do sexo masculino, vestem camisas coloridas e calças escuras. Todos calçam tamancos de madeira, empregados para acompanhar a música produzida pelo conjunto de percussão constituído por ganzá, reco-reco, tambor e triângulo. Na cabeça, os batuqueiros usam chapéu de palha. A dança é encontrada nos municípios de Estância e Nossa Senhora do Socorro.
FONTE CONSULTADA:
Projeto Largo da Gente Sergipana: novo cartão postal de Aracaju. Instituto Banese, 2014.
SUGESTÃO DE LEITURA:
🕮 ALENCAR, Aglaé D’Ávila Fontes. Danças e Folguedos: Iniciação ao folclore Sergipano. Desenhos de Cláudia Endlein, Fotos de Marcel Nauer. Aracaju: Secretaria de estado da Educação do Desporto e Lazer, 1998. 320p.
Anexos
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Adobe Express - Batucada

