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Descrição
O algodão já era cultivado em Sergipe antes da chegada dos portugueses. Os tupinambá fabricavam redes, tecidos e panos a partir da flor do maniin ou manyti para, entre outros usos, enrolar as pontas das flechas incendiárias.
O cultivo do algodão se desenvolve paralelamente à história da construção do Estado de Sergipe. Da divisão das terras em sesmarias, passando pela introdução da cultura do algodão de forma sistematizada no Estado e pela fundação, em 1880, da primeira fábrica de tecidos de algodão em Aracaju, até a instituição do Departamento Estadual do Algodão nos anos 1920, essa trama alterna momentos de crise e de expansão.
1. Roda de fiar;
2. Descaroçador;
3. Fuso;
4. Pilão deitado (pilão de pobre);
5. Gamela com milho;
6. Pilão de cintura (pilão de rico);
7. Pote de água potável apoiado na forquilha;
8. Mesa com gaveta;
9. Fogão à lenha e candeeiro;
10. Batedor de algodão.
Miniaturas produzidas por Véio
Depoimentos orais de Dona Alzira, Elizabeth Raimundo dos Santos e Véio
Sugestão de Leitura
FONTES, Nilton de Araújo; BRAVO, Maria Auxiliadora Fonseca. O algodão em Sergipe, apogeu e crises. Relato histórico, 1590-1975. Aracaju: Gráfica Editora J. Andrade, 1984. (Coleção José Augusto Garcez.). 228p.
Anexos
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Nicho - Algodão
"Nicho - Algodão Emendada v1" de Nicho - Algodão por Mapa da Gente. Lançado: 2011. Gênero: Spoken & Audio.
